Antes de comparar preços ou ler uma avaliação, a pessoa já reagiu: prestou atenção ou ignorou, confiou ou desconfiou, quis agir ou seguiu rolando a tela.
O NeuroFlow organiza estratégia, conteúdo, design e mídia em torno dessa reação.
Não é fórmula mágica nem truque para manipular ninguém. É um método de trabalho que parte de como as pessoas realmente processam informação, e se apoia em três etapas: atenção, confiança e ação.
O cérebro descarta quase tudo o que vê em frações de segundo. Para passar por esse filtro, o primeiro contato (um post, um anúncio, a home de um site) usa o que costuma chamar atenção: contraste, movimento, rostos, novidade e quebra de expectativa.
Na Lc2, essa etapa define qual imagem abre uma campanha, qual frase entra no primeiro segundo de um vídeo e o que ocupa o centro de uma página.
Chamar atenção sem gerar confiança não leva a nada. Depois que a pessoa para, ela avalia, mesmo que rápido, se a marca merece crédito. Pesam nessa avaliação a prova social, a coerência visual e verbal, uma oferta clara e pouca fricção.
Marca que muda de tom a cada post ou promete demais perde a pessoa antes de apresentar a oferta.
O cérebro evita esforço e adia decisões. Por isso, reduzir fricção importa tanto quanto despertar desejo: um caminho claro até o próximo passo, um botão sem ambiguidade, um formulário curto, uma resposta rápida no WhatsApp.
Por exemplo: No tráfego pago, testamos os criativos e também o caminho depois do clique. Em um site, cada botão é uma decisão de arquitetura da informação. No design, eye tracking também é utilizado.
As três etapas se repetem em cada ponto de contato: um story, um anúncio, uma página de serviço, uma reunião comercial. Por isso o método está em todos os serviços da Lc2, de branding e criação de sites a conteúdo e tráfego pago. A pergunta é sempre a mesma: o que a pessoa vai notar, em que vai confiar e o que vai fazer em seguida.
Estratégia feita no achismo erra mais. Partir de como o público decide aumenta a chance de a marca ser lembrada, desejada e escolhida.